A conduta omissiva da parte ré ao excluir os docentes contratados sob regime temporário do direito ao Piso Salarial Profissional Nacional configura uma violação ilícita que atenta contra o princípio da isonomia e a dignidade da pessoa humana. Tal prática desvirtua a natureza do trabalho pedagógico e impõe ao servidor um sacrifício patrimonial indevido, estabelecendo uma diferenciação remuneratória arbitrária entre profissionais que exercem idênticas funções na rede de ensino. A negativa de pagamento do piso aos temporários não encontra amparo na Lei Federal nº 11.738/2008, que não faz distinção quanto ao vínculo jurídico do docente, sendo a desídia da parte ré uma ilegalidade que gera o dever de reparação integral.
A tese central evidencia que a responsabilidade da parte ré é vinculada, uma vez que o Supremo Tribunal Federal, ao consolidar a validade do piso, não autorizou a exclusão de qualquer categoria de profissionais do magistério da educação básica. A argumentação jurídica demonstra que o direito ao valor mínimo fixado pela União incorpora-se ao patrimônio jurídico do professor temporário de forma imediata, em respeito ao caráter nacional da norma. Para o advogado que atua no contencioso, estas ferramentas comprovam que a manutenção de vencimentos inferiores ao patamar nacional para contratados temporários rompe a boa-fé objetiva e constitui enriquecimento sem causa da parte ré, que se beneficia da força de trabalho docente sem a contraprestação legal mínima.
A análise dos prejuízos revela que o dano material se consubstancia na diferença acumulada entre o vencimento básico efetivamente pago e o valor estabelecido anualmente pelas portarias do MEC, devendo a parte ré ressarcir o docente retroativamente. Paralelamente, o dano moral reside na precarização da dignidade profissional e na angústia gerada pela discriminação remuneratória, onde o professor temporário é submetido a uma "cidadania funcional de segunda classe". O caráter alimentar da verba e o descumprimento de lei federal pela parte ré reforçam a necessidade de indenização que cumpra a função punitivo-pedagógica.
Sobre esse tema, dispomos do seguinte material:
| Modelo de petição inicial: Em formato .doc, WORD, pode ser editada, apesar de estar pronta, bastando apenas qualificar o cliente de acordo com o caso concreto; |
| B.1 - Modelo de agravo de instrumento buscando a concessão de justiça gratuita; B.2 - Modelo de agravo de instrumento buscando a concessão de exibição de documentos; B.3 - Modelo de agravo de instrumento buscando a tutela de urgência. |
| Em formato WORD, rebatendo os principais argumentos do réu. |
| Em formato WORD, indicando as provas que quer produzir. |
| Em formato WORD, visando adequar a decisão saneadora aos interesses do autor. |
| Em formato WORD, indicando as provas produzidas nos autos, o direito da parte autora e reforçando os pedidos iniciais. |
| Em formato WORD, pronta para protocolar. |
| Em formato WORD, visando antecipar uma tutela jurisdicional que é, de todo modo, necessária para o autor e que não cabe ou não deveria esperar o julgamento do recurso para ser concedida. |
O) Petição para cumprimento de sentença:
P) Recente julgado do sobre o tema:
R) Explicativo da ação:
S) Planilha de cálculos (para apuração do dano material):
T) Tutorial ensinando a fazer os cálculos:
U) Consultoria
V) Encarte explicativo para os clientes:
W) Posts para redes sociais:
X) Um e-book, que é recomendado para aprender a encontrar clientes, interessados em promover esse tipo de ação, e a estabelecer-se como a melhor opção para esses clientes, quando quiserem buscar por esse ajuizamento.
Y) Atualização gratuita do material.
Material elaborado por uma equipe de advogados e contadores, todos com grande experiência neste tipo de ação. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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